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New Álvaro Siza Book: The Function of Beauty
Carlos Castanheira | Photos by Fernando Guerra | Phaidon

siza

This new volume highlights over 20 new projects. Each project in the book is explained in-depth with texts by author Carlos Castanheira, Nuno Higino and Álvaro Siza himself, and shown through photographs by Fernando Guerra, complete sets of drawings, and a wealth of Siza´s sketches. phaidon.com

“Obras Recentes” texto de Carlos Castanheira Introdução ao novo livro

Álvaro Siza acabou de completar setenta e cinco anos de vida e cinquenta e quarto de actividade profissional como arquitecto. O interesse pela realização ou construção arquitectónica começou muito cedo, por volta dos quinze anos, com o projecto e construção de um anexo no quintal da casa dos pais que serviu como laboratório e espaço de estudo dos irmãos. O pavilhão, como a família lhe chamava e chama, ainda existe e em breve será restaurado. Seguiu-se posteriormente a reestruturação da cozinha da Casa da Avó, um portão para um tio, um quarto de banho para uma amiga da família, quatro casas geminadas, os estudos de arquitectura na Escola de Belas Artes, o contacto com o mestre Carlos Ramos, as viagens ao estrangeiro em especial a visita de estudo à Finlândia e o trabalho e amizade com Fernando Távora. Um processo de aprendizagem que poderemos caracterizar como natural para quem já parecia predestinado para criar obras sempre recentes, na sua contemporaneidade, e que, apesar do passar dos anos, nalguns casos já muitos, continuam recentes.

O percurso profissional de Álvaro Siza está repleto de projectos iniciados e que não tiveram sequência, de projectos concluídos e que por várias razões nunca foram realizados, e de obras, muitas obras, muitas e variadas obras. Ao analisar as obras, as realizadas, é de fácil percepção a constante qualidade e a ausência de maneirismos ou cedências a modas fáceis e de ocasião.
Se analisarmos os projectos, os não realizados, verificamos a mesma coerência e qualidade dos que obtiveram realização, assim como um perfeita inserção na temporaneidade da sua concepção.

Apercebemo-nos também do desperdício de tanto trabalho recusado injustificadamente e questionámo-nos como seria a Arquitectura se projectos como o Edifício da Avenida da Ponte, Porto (1968-74), a Casa Mário Bahia, Gondomar (1983-93), o pavilhão para a Guernica no Parc del Oeste, Madrid (1992), o Cais de Embarque, Salónica, (1996), o Museu de Arte Moderna/Kiasma, Helsínquia (1992-93); e mais recentemente a proposta de reorganização da sala Degli Scarloni no Castello Sforzesco onde habita a Pietá di Rondanini de Miguel Ângelo, Milão (1999) ou o Museu de Arte Moderna/Stedelijk Museum, Amesterdão (1995-98), tivessem sido construídos.

Em setenta e cinco anos de vida e cinquenta e quatro de profissão, muito muda, muitas vidas se mudam, mas Álvaro Siza soube sempre reinterpretar as novas realidades a enfrentar, fossem elas os pequenos projectos de início de carreira, fossem os projectos de maiores dimensões resultantes da internacionalização e reconhecimento, primeiro internacional e posteriormente nacional, do seu trabalho.
As primeiras construções no estrangeiro não foram muito bem recebidas pela crítica, pelo menos aquela crítica imediata, pouco reflectida, por achar que o Álvaro Siza que tinha construído em Portugal, não tinha transportado os seus procedimentos projectuais daqui para locais como Berlim, Haia e posteriormente outros. Era, dizia-se, um Siza demasiado preso aos contextos. O que pretendiam era transplantar para fora algo que conheciam e de que gostavam. Apostar no conhecido, desconfortáveis pela evidência das soluções, pela reinterpretação contemporânea do que alguns chamaram de vernáculo, parecia, então e para alguns, demasiado banal.

Álvaro Siza habituou-nos a surpreender. É alemão quando trabalha em Berlim, holandês nos projectos de Haia, coreano na Coreia e português quando lhe permitem.
Desconcerta-nos pela surpresa, pela evidência e sobretudo pelo constante equilíbrio de qualidade. Conheço o Álvaro Siza, sem saber que o era, desde o período de construção da Agência Bancária de Oliveira de Azeméis, Portugal (1971-1974).

Estudava no Liceu ali mesmo ao lado e, por curiosidade, comecei a acompanhar a construção do um novo edifício para um banco. Estávamos no período antes da revolução do 25 de Abril de 1974. Construir nessa altura não era o mesmo que hoje, sobretudo numa pequena cidade como Oliveira de Azeméis. Então, fazia-se um edifício de quando em quando e aquele era estranho, logo desde o início.
Ser estranho já era algo de inovador, de promessa, para um jovem curioso, num ambiente de quase estagnação onde as novidades eram coisas requentadas.
Lembro-me de ver um pequeno grupo a visitar a obra, e lembro-me de ver um homem que liderava, explicava as decisões tomadas.
Hoje sei que as decisões mais não são do que dúvidas persistentes que se sucedem e em decisões se transformam sem que a persistência da dúvida se mantenha como processo de procura da desejada perfeição. O edifício foi concluído em 1974 e, apesar das transformações que o transfiguraram ao longo dos tempos é, ainda hoje, uma obra recente.

Em 1976 iniciei os estudos de arquitectura na Escola de Belas Artes, a mesma onde Siza estudou e onde nessa altura ensinava. Como professor comum tivemos, temos, o Fernando Távora, amigo sempre presente. Em 1976, já na escola, conheci o Álvaro Siza e só nessa altura fiquei a saber que era ele o autor daquela obra estranha, mas cheia de interesse e beleza, que tinha sido construída pouco tempo antes, ali mesmo ao lado do Liceu que então frequentava.
Apercebi-me que, já então, gozava de algo que o destacava dos comuns, não só pela atitude que alguns chamam de distraída, e que eu agora sei que é de atenção, mas sobretudo pela obra realizada, pouca nessa altura, e das promessas que os seus projectos do pós-revolução já anunciavam.
Como estudante, e depois como arquitecto, tenho trabalhado com o Álvaro Siza em muitos projectos em Portugal, mas sobretudo no estrangeiro. Alguns foram realizados, outros não, mas todos recentes, alguns com trinta anos de vida, outros menos, todos jovens.
Há vinte e cinco anos comecei a organizar e comissariar exposições da obra de Álvaro Siza e nunca mais parei. Agora as exposições já não são só de arquitectura, são também de outras vontades que Álvaro Siza vinha alimentando e que, ultimamente, apesar das múltiplas tarefas em que está empenhado, tem desenvolvido: peças de mobiliário, design e escultura.
Vontades reprimidas pela pressão profissional, mas que, quando são libertadas, nos tem oferecido excelentes resultados.
Esta actividade de organizar, coordenar, produzir material expositivo, permitiu-me, obrigou-me a acompanhar, em pormenor, a obra de Álvaro Siza e a ter que pensar e escrever sobre algumas obras.

Este livro, Obras Recentes, é uma compilação de projectos em construção e obras realizadas recentemente. É uma escolha certamente criticável. Será também criticável a insistência em apresentar os projectos através do esquisso, dos desenhos preliminares com sucessivas alterações, dos desenhos definitivos, de imagens 3D, fotos de maquetas de trabalho, quando isso é possível, fotos da construção, texto descritivo, muitas vezes datado por ter intenção explicativa, sintético, e, quase sempre, fotos da obra realizada.

É um livro de Obras Recentes que continuarão recentes mesmo quando Álvaro Siza completar os cem anos e ainda trabalhar com a mesma contemporaneidade de há cinquenta e quatro anos: uma persistente jovialidade. Assim é a arquitectura intemporal. Assim deve ser a arquitectura do nosso tempo. Assim é a obra de Álvaro Siza.

Assim pretende ser este livro Obras Recentes.



Recent Works” text by Carlos Castanheira | Intro on the new book


Álvaro Siza has now reached seventy five years of age and has completed fifty four years of professional activity. His interest in building, or architectural construction, manifested itself early, when at about fifteen years of age, he designed and built a shed in the garden of his parent's home which served as workshop and study space for his brothers. The pavilion, as the family calls it, still exists and is soon to be restored. Next came the remodelling of the kitchen in his grandmother's house, then a gateway for an uncle, a bathroom for a family friend, four semi-detached houses, studying architecture at the School of Fine Art, contact with the master Carlos Ramos, travels abroad, in particular to Finland and the work and friendship with Fernando Távora. This is a learning process, that we could classify as natural, for one who seemed to be pre-destined to create works which are continually fresh and current, and which despite the passing of the years, sometimes many years, continue to be recent.

Álvaro Siza's professional path is filled with projects that once started were not completed, with projects which were completed but never built and also with built works, many works, so many and so varied.
Looking at the built work, it is easy to see its persistent quality and lack of mannerisms and the absence of trivial and passing fads. If we look at the projects of the un-built works, we will also find the same coherence and quality as that of those which were built, as well as their being perfectly contemporary at the time of their conception.

We would also recognise the waste of so much unjustifiably cancelled work and ask ourselves where would Architecture be now, if projects such as the building for Avenida da Ponte, Porto (1968-74), the House for Mário Bahia, Gondomar (1983-93), the Pavillion for Guernica in Parc del Oeste, Madrid (1992), the Landing Quay in Salonica, (1996), the Museum of Modern Art/Kiasma, Helsinki (1992-93); and more recently the proposal for the remodelling of the Sala Degli Scarloni in Castello Sforzesco Milan, (1999) where Michel Angelo's Pietá di Rondanini is housed or the Museum of Modern Art /Stedelijk Museum, Amesterdam (1995-98), had been built.

In seventy five years of life and fifty four years in the profession, a lot changes, many lives change, but Álvaro Siza has always known how to re-interpret the new challenges to be faced, whether they are the small projects from his early days in practice, or the big projects that resulted, initially from international and only later on national, recognition of his work. His first works abroad were not well received by the critics, at least not by the initial critics, who without much thought, declared that Álvaro Siza had not brought his own design process to Berlin, the Hague and later other places. They thought Siza was being too restrained by the local context. What they wanted was for him to transplant abroad something that they already knew and liked. But, To take a risk on the familiar, and be made uncomfortable by the obviousness of the solutions and by the contemporary re-interpretation of what some called vernacular, seemed for some too banal.

Álvaro Siza has got us used to being surprised. He is German when he works in Germany, Dutch in his projects for the Hague, Korean in Korea and Portuguese when he is allowed to be. He unsettles us with surprise, with evidence and above all with the permanent balance and quality.

I have known Álvaro Siza, without realising it, since the time of the construction of the Bank in Oliveira de Azeméis, Portugal (1971-1974).
I was studying in the nearby secondary school and out of curiosity started to follow the construction of this new bank building. This was in the period before the April 25th 1974 Revolution. Building at that time was not as it is now, particularly in a small town such as Oliveira de Azeméis. Then, a building was constructed only every so often and this particular building was strange right from the start. To be strange was something innovated and promising, for a curious young man, in that almost stagnant environment, when something new was actually something second-hand. I remember seeing a small group of people visiting the works and I remember seeing a man who was leading, explaining why particular decisions had been made. I know today that decisions are no more than the succession of persistent doubts, which become decisions, although the persistence of the doubt will remain as a process in the search for the perfection sought.

The building was concluded in 1974 and despite the transformations that have transfigured it over the years it remains today a recent building. In 1976 I started my studies in Architecture in the School of Fine Art, the same school that Siza had attended and where he was teaching at the time. In common we had and have Fernando Távora as a teacher and ever present friend. In 1976, already a student, I met Álvaro Siza and only then realized the he was the author of that strange and beautiful building that had been built shortly before, just beside the secondary school that I had attended. Even then, I became aware that there was already something differentiating him from the rest, not only in his attitude that some refer to as distracted, which I now know to be attentiveness, but primarily in his built work, which was not a lot at that time, and in the promise that his post-revolution projects already showed. As a student, and later as an architect, I have worked with Álvaro Siza on many projects in Portugal, but primarily abroad. Some were built, others not, but they are all recent, some thirty years old, some less, they are all young.

Twenty five years ago I started to organize and curate exhibitions on the work of Álvaro Siza and have never stopped. Now these exhibitions are not only of Architecture, but also of other interests that Álvaro Siza had been nurturing and has of late, despite the variety in the range of his activity, been able to develop: furniture, design and sculpture. These were aspirations thwarted by the pressure of his professional activity, but when released have produced excellent results.

This activity of organizing, co-ordinating and producing exhibition material has allowed me, obliged me, to keep in touch, very closely with the works of Álvaro Siza and having to think about and write about some of his buildings.

This book, Recent Works, is a compilation of projects that are currently under construction or that have been completed recently. It is a selection that is open to criticism. It may also be reasonable to criticise the insistence on presenting the work through sketches, initial drawings with their successive alterations, completed drawings, 3D images, photos of working models, when possible, photos of the building work in progress, written descriptions, which are often dated in order to be clearly informative, and almost always, photos of the completed building.

It is a book of Recent Work that will remain recent even when Álvaro Siza comes to be a hundred and continues to work with the same contemporaneity as he did fifty four years ago: a persistent joviality.

Such is timeless architecture. Such should be the architecture of our times. Such is the body of work of Álvaro Siza. Such this book Recent Work aspires to be.

Copyright Carlos Castanheira & Phaidon Press | 2009
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